Chapa Defensoria Para Todas e Todos — Campanha 2026-2028
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Allan Ramalho Ferreira Candidato a Defensor Público-Geral
Conselho Superior: Ricardo Viana de Sousa · Érica Leoni Ebeling · Rafael Morais Português de Souza · Leila Rocha Sponton · Erik Saddi Arnesen
14%
das comarcas paulistas
com presença da Defensoria
~600
municípios
sem atendimento
14M+
pessoas vulneráveis
fora do alcance
51
de 319 comarcas
com presença da Defensoria

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo completa vinte anos. Ao longo dessas duas décadas, em diferentes gestões e contextos institucionais, gerações de Defensores/as construíram uma instituição reconhecida no sistema de justiça. Essa trajetória não é obra de uma pessoa ou de um mandato. É construção coletiva da carreira, com protagonismo relevante do Conselho Superior, que ao longo dos anos deliberou sobre as medidas mais estruturantes para a instituição e para quem nela atua.

Avançar exige mais do que inaugurar unidades. Exige consolidar o que já existe, fortalecer equipes incompletas, ampliar a capacidade real de atendimento e expandir com planejamento para não frustrar quem espera pelo serviço. Exige, sobretudo, instituir canais permanentes de diálogo com a carreira, aproximar a gestão das realidades de quem atua na ponta e garantir que a valorização funcional e remuneratória corresponda à responsabilidade que cada Defensor/a assume.

Esta Carta-Programa traduz esse compromisso em propostas coletivas, transversais e viáveis. Organiza-se em quatro eixos que se complementam: democracia interna e governança, planejamento estratégico e modernização, valorização da carreira, e comunicação e relações institucionais.

O que falta construir é maior do que o que já foi feito. E não se constrói sem método, sem democracia e sem vocês.
Allan Ramalho Ferreira Candidato a Defensor Público-Geral
Allan Ramalho Ferreira
Candidato a Defensor Público-Geral

Allan Ramalho Ferreira

Especialista em Direito Constitucional pela COGEAE/PUC-SP. Mestre e Doutor em Direito do Estado pela PUC-SP. Defensor Público (Nível III) desde 2013, titular na Unidade Santana. Coordenador do Núcleo Especializado de Habitação e Urbanismo (2018–2022). Conselheiro do Conselho Superior da DPESP, representante dos Núcleos Especializados (2022–2024) e do Nível III (2024–2026). Diretor da Escola da Defensoria Pública — EDEPE (2024–2026).

Candidatos/as ao Conselho Superior

Experiência, diversidade e compromisso com a carreira

Candidatos ao Conselho Superior DPT
Érica Ebeling e Leila Sponton
Representatividade e competência

Defensoras na linha de frente

Érica Leoni Ebeling e Leila Rocha Sponton trazem para a chapa a experiência de quem atua diretamente na ponta. Com trajetórias que combinam atuação prática, gestão institucional e produção acadêmica, representam o compromisso da DPT com a diversidade de gênero e a pluralidade de experiências na composição do Conselho Superior.

01
Início
Eixo 1

Democracia Interna e Governança

Diálogo como método de gestão, não como discurso. Transparência como prática cotidiana, não como exceção. Respeito ao colegiado como regra, não como concessão.

A democracia interna da Defensoria é tão importante quanto a democracia que ela defende.
1.1
Conselho Superior e governança democrática
A quem interessa um Conselho Superior fragilizado?
5 propostas

O Conselho Superior é a principal expressão democrática da Defensoria Pública e o espaço onde a carreira delibera coletivamente sobre os rumos da instituição. Sua preservação é condição para manter o que foi conquistado e viabilizar o que ainda precisa ser.

Garantia das atribuições do CSDP, com o compromisso de que a Defensoria Pública-Geral não proporá nem adotará qualquer medida que reduza, esvazie ou contorne suas competências.
Institucionalização de fluxos permanentes de diálogo entre a Defensoria Pública-Geral e o CSDP.
Envio da proposta orçamentária ao CSDP até abril de cada ano, permitindo debate amplo com a carreira antes da consolidação do orçamento institucional.
Participação qualificada da carreira e da sociedade civil em temas de impacto orçamentário, organizacional ou relacionados à política de acesso à justiça.
Valorização do papel fiscalizador e propositivo do Conselho, como instância essencial de controle interno e formulação de políticas estruturantes.
1.2
Relação com a carreira e com as unidades
Gerir é servir.
9 propostas

Administrar a Defensoria Pública é tarefa da mais alta responsabilidade. Mas quem exerce essa função não deixa de ser Defensor/a Público/a. Somos todos/as parte da mesma carreira. A gestão que reconhece isso governa melhor.

Fortalecimento do diálogo entre as Subdefensorias e as unidades, com visitas periódicas, construção conjunta de soluções e critérios objetivos para distribuição de atividades.
Planejamento estratégico, com participação e protagonismo da carreira e do Conselho Superior na definição de objetivos, metas e prioridades.
Respeito pleno à independência funcional, assegurada pela Constituição.
Institucionalização de reuniões trimestrais de Coordenadores/as como instâncias de debate e alinhamento.
Mudanças em sistemas e fluxos de atendimento conduzidas com transparência: diagnóstico prévio, avaliação de alternativas, consulta às unidades e implementação com prazo realista para capacitação das equipes.
Revisão do modelo de plantão vinculado à Administração Superior, com critérios objetivos, transparentes e abertos a toda a carreira em igualdade de condições.
Ampliação do número de Defensores/as Públicos/as em regime de plantão, mediante diálogo prévio com cada unidade e de acordo com as necessidades apontadas.
Valorização e acompanhamento da itinerância, com canais de escuta, transparência nos critérios e respeito à antiguidade como garantias de previsibilidade.
Vedação do uso de cartão corporativo

Integrantes da Administração Superior não utilizarão cartão corporativo, reafirmando o compromisso com a sobriedade e a transparência na gestão dos recursos institucionais.

1.3
Participação social e valorização dos/as servidores/as
Valorizar quem faz funcionar. Ouvir quem a Defensoria atende.
6 propostas

Nenhuma política institucional se sustenta sem quem a executa no cotidiano. Servidores/as são parte estruturante da Defensoria e precisam de condições reais de trabalho, reconhecimento e perspectiva de carreira.

Ampliação do quadro de oficiais de atendimento e administrativos, adequando o número de cargos à demanda real e reduzindo a sobrecarga nas unidades.
Quadro de analistas na proporção de um por Defensor/a, tanto por concurso quanto por meio de funções comissionadas que permitam a oficiais exercer atribuições de analista.
Critério de substituição entre servidores/as aprimorado, tornando o modelo mais funcional e previsível.
Capacitação contínua vinculada às funções efetivamente exercidas.
Relação institucional respeitosa e colaborativa com a Ouvidoria-Geral, com fluxos claros para o encaminhamento de demandas.
Ciclo de Conferências fortalecido como instrumento de participação social e construção coletiva de políticas institucionais.
Allan Ramalho Ferreira
"A Defensoria que queremos construir exige método, democracia e a participação de cada Defensor/a."
Allan Ramalho Ferreira
Candidato a Defensor Público-Geral
02
Início
Eixo 2

Planejamento Estratégico, Atuação Institucional e Modernização

A Defensoria precisa consolidar uma cultura institucional de planejamento orientado por dados. O Projeto Defensoria Presente propõe um caminho mais inteligente: utilizar a distinção entre cargo e órgão de atuação para alcançar novos territórios com os instrumentos que já possui.

Planejar com evidências. Expandir com responsabilidade. Modernizar sem atropelar.
2.1
Planejamento orientado a dados
Planejar com base em evidências, profissionalizar a decisão.
5 propostas
Planejamentos estratégicos setorizados em todos os órgãos da Administração Superior, no prazo de 90 dias e conclusão em 180 dias.
Indicadores de desempenho capazes de identificar territórios descobertos, gargalos de atendimento e impactos das políticas institucionais.
Painéis institucionais dinâmicos (relatórios de Power BI) acessíveis ao Conselho Superior, para subsidiar decisões com impacto direto na carreira.
Segurança da informação: perfis e permissões com rastreabilidade, proteção de dados sensíveis e plano de resposta a incidentes.
Fortalecimento da EDEPE como órgão estruturante de capacitação contínua.
2.2
Expansão — Projeto Defensoria Presente
Chegar onde a Defensoria é ausente. Fortalecer onde já está presente.
Proposta estruturante
Projeto Defensoria Presente

Expansão baseada na distinção entre cargo e órgão de atuação, permitindo a criação administrativa de novas defensorias pelo Conselho Superior, com atribuições definidas e padrão de lotação, mesmo sem provimento imediato — viabilizando a presença institucional em novos territórios por meio de acumulações estruturadas, transparentes e remuneradas.

Planejamento da expansão como política pública permanente, contemplando não apenas novas comarcas, mas o aprimoramento das unidades existentes.
Parâmetro de ao menos cinco Defensores/as por unidade, superando a realidade atual de unidades com apenas quatro membros.
Critérios objetivos e transparentes para a delegação de demandas ao convênio em novas unidades.
2.3
Litigância estratégica e atuação coletiva
Defender com independência. Atuar com estratégia.
4 propostas
Independência técnica dos órgãos de atuação, assegurada como condição para o exercício pleno da função.
Assessoria Técnica Coletiva Multidisciplinar, com suporte especializado e instrumentos padronizados para demandas de impacto coletivo.
Defesa da infância como prioridade institucional, com especialização da atuação e assessoria específica para a área.
Coordenação de Demandas de Saúde, com equipe de suporte técnico para Defensores/as que atuam em fazenda pública, cível e infância.
2.4
Novo DOL com Agentes de IA
Tecnologia que libera tempo para o que exige presença humana.
Modernização com inteligência artificial

Agentes de IA integrados ao DOL para triagem por tema e urgência, rascunhos assistidos, modelos com preenchimento inteligente e agendamento automatizado.

DOL redesenhado: fluxos únicos, atendimento integrado, gestão documental e conexão com SAJ e EPROC.
Peticionamento de massa com certificado A1/Nuvem: automação de rotinas jurídicas repetitivas como ferramenta estratégica para ganho de eficiência.
2.5
Atividade-fim e infraestrutura
Menos burocracia para quem defende. Mais estrutura para quem atende.
6 propostas
Reformulação da triagem institucional, com automação de procedimentos, rotinas claras e painel institucional de boas práticas.
Desjudicialização e sistema multiportas para ampliar acesso à justiça pela via extrajudicial.
Novas estruturas especializadas

Centro de Investigação Defensiva e Central de Curadorias para ampliação da capacidade probatória e atuação especializada.

Analistas e oficiais em número compatível com a demanda, garantindo suporte real à atividade-fim.
Consolidação do trabalho remoto, com help desk institucional 24/7 e suporte tecnológico permanente.
Política de educação em direitos, como instrumento preventivo, emancipatório e transformador.
Política de segurança institucional nas unidades, com equipamentos preventivos e protocolos adequados à realidade local.
2.6
Equipe Integral
Assistência integral exige equipe integral.
Marca programática
Equipe Integral

A LC 80/94 exige assistência jurídica integral. Nenhum/a Defensor/a faz isso sozinho/a. A Defensoria não pode continuar operando com estagiários/as como força de trabalho principal. Equipe Integral significa constituir, para cada Defensor/a, uma equipe mínima profissional e estável, com o/a estagiário/a em papel formativo — não central.

Composição da equipe mínima por Defensor/a:

Analista de Defensoria Pública (1:1) — suporte técnico-jurídico qualificado, pesquisa, minutas e acompanhamento processual.
Oficial de Defensoria — apoio administrativo e operacional direto, com dois caminhos de crescimento por função comissionada: Analista ou Agente de Atendimento.
Agente de Atendimento — cargo em comissão destinado a Oficial de Defensoria: triagem, acolhimento, organização documental e primeiro contato com o usuário. Profissionaliza a porta de entrada com quem já conhece a instituição.
Residente Jurídico — profissional recém-formado em regime de residência institucional remunerada, com atuação supervisionada e formação prática coordenada pela EDEPE.
Centro de Atendimento Multidisciplinar (compartilhado por unidade) — assistentes sociais e psicólogos para suporte técnico especializado em casos de vulnerabilidade complexa.
Estagiário/a em papel formativo e auxiliar — aprende com a equipe profissional, complementa, não substitui.
Implementação progressiva

Diagnóstico por unidade nos primeiros 90 dias. Definição de parâmetros mínimos por porte em 180 dias. Provimento por ondas, começando pelas unidades com maior déficit.

Equipe DPT

"Impedir retrocesso. Proteger cada conquista. Construir o avanço."

03
Início
Eixo 3

Valorização da Carreira

Os avanços remuneratórios dos últimos anos contaram com protagonismo decisivo do Conselho Superior. A Rcl 88.319, a ADI 6.606 e a EC 135/2024 podem redefinir o campo de atuação em matéria remuneratória.

Consolidar o conquistado. Construir caminhos viáveis onde a defasagem persiste.
3.1
Vencimento-base e simetria
Política permanente de valorização do vencimento-base, com envio anual de projeto de lei à Alesp com reajuste real até equiparar o ápice ao TJ/MP.
3.2
Remuneração justa pelo trabalho realizado
Trabalho integral, remuneração integral.
9 propostas
Marca programática
Trabalho Integral, Remuneração Integral

O trabalho que a Defensoria exige é integral. Plantões, acumulações, substituições, custódias, atividades extraordinárias — tudo isso precisa ser reconhecido e remunerado de forma justa. Não como favor, mas como direito.

Efetivação integral de direitos funcionais já reconhecidos, com efeitos declaratórios que alcancem todo o período de exercício efetivo.
Indeferimento de compensações até 30 dias mensais, possibilitando melhor acomodação de plantões, acumulações e atividades extraordinárias.
Substituição 1×1: remuneração integral pelos dias de acumulação.
Plantão 2×1 efetivo, unificando compensações e equiparando às carreiras paradigma.
Atividades de especial dificuldade sem restrição arbitrária — havendo demanda e interessados, a inscrição não deve ser limitada.
Cumprimento da Deliberação nº 441 do CSDP, assegurando compensação adicional para atividades acima da média mensal.
Juízo de Garantias: gratificação de 15% ou 3 dias de compensação, com adicional a partir do terceiro dia no mês.
Central de substituições presenciais para atribuições ordinárias e extraordinárias, garantindo previsibilidade na cobertura.
Contraprestação adequada para integrantes dos Núcleos Especializados, reconhecendo a relevância estratégica dessas funções.
3.3
Proteção de direitos e benefícios
Impedir retrocesso. Proteger cada conquista. Construir o avanço.
4 propostas
Proteção da maternidade: cumprimento efetivo da deliberação que impede redução remuneratória durante a licença.
Contagem do tempo de serviço público em outros estados para fins do art. 146 da LC 988/06.
Contagem do tempo de estágio na OAB e em outros entes, para todos os fins.
Saúde Suplementar: consolidação do programa, com aprimoramento e extensão de cobertura a situações de maior vulnerabilidade.
Allan Ramalho Ferreira

"Quem defende direitos merece ser defendido pela própria instituição."

04
Início
Eixo 4

Comunicação e Relações Institucionais

A política de comunicação da Defensoria Pública deve afirmar a essencialidade do serviço que presta à população. A gestão exerce função transitória de coordenação de um projeto constitucional. A comunicação deve refletir essa dimensão, e as relações externas devem ser exercidas com autonomia e estratégia.

Quem comunica é a instituição. O que se comunica são direitos.
4.1
Comunicação institucional
Comunicação com propósito, transparência como regra.
6 propostas

A política de comunicação da Defensoria Pública deve afirmar a essencialidade do serviço que presta à população. A gestão exerce função transitória de coordenação de um projeto constitucional. A comunicação deve refletir essa dimensão.

Comunicação centrada na atuação institucional e nos direitos da população atendida.
Presença digital com propósito: orientação jurídica, educação em direitos e visibilidade para as causas da Defensoria.
Linguagem simples, acessível e inclusiva, como instrumento permanente de aproximação com a sociedade.
Transparência interna: boletins periódicos, fundamentação de decisões e canais efetivos de escuta.
Indicadores de desempenho social divulgados ativamente.
Perspectiva de gênero, raça e diversidade integrada à comunicação como diretriz transversal.
4.2
Relações institucionais externas
Autonomia exercida com diálogo. Presença exercida com estratégia.
8 propostas

Com um orçamento cerca de 8 vezes menor que as carreiras constitucionalmente equiparadas, reverter essa assimetria exige presença qualificada junto aos demais Poderes e capacidade de oferecer soluções estratégicas.

Estratégia legislativa articulada para simetria remuneratória e expansão, junto à Alesp e ao Congresso Nacional.
Reestruturação da Assessoria Parlamentar, com autonomia técnica para audiências públicas e notas técnicas.
Profissionalização da Controladoria interna, fortalecendo a governança e o diálogo com o Tribunal de Contas.
Convênios com a PGE para solução administrativa de demandas e desjudicialização.
Diálogo permanente com o TJ para aperfeiçoamento do sistema digital e modernização dos fóruns.
Relação estratégica com Secretarias estaduais (Casa Civil, Justiça, Fazenda, Segurança Pública, SAP, Saúde, Educação, Pessoa com Deficiência e Políticas para a Mulher).
Aperfeiçoamento do convênio com a OAB para assistência jurídica suplementar.
Fortalecimento da Comissão de Prerrogativas, com ampliação da composição e estrutura para proteção institucional da carreira.

Convergências Estratégicas

DPT e Aliança no Conselho Superior — cadeiras diferentes, mesmas prioridades

A DPT e a Aliança disputam cadeiras diferentes do Conselho Superior. Ao comparar os dois programas, as convergências não são coincidência — são demandas estruturais que a carreira levanta há anos. Juntas, as duas chapas formam base suficiente no colegiado para transformar essas propostas em deliberação.

Propostas estruturantes
Substituição 1×1 com remuneração integral

Quem acumula a carga de trabalho de um colega deve receber proporcionalmente por cada dia. As duas chapas propõem remuneração integral pelos dias de acumulação — sem teto artificial e sem compensação como única alternativa.

Equipe mínima profissional por Defensor/a

A DPT propõe a Equipe Integral (analista 1:1, oficial, agente, residente). A Aliança propõe equipe mínima com residente, estagiários/as e oficial. O princípio é o mesmo: nenhum/a Defensor/a deveria trabalhar sem suporte profissional estável.

Ampliação e valorização do quadro de servidores/as

Mais oficiais, funções de confiança que reconheçam a experiência acumulada, e critérios de substituição entre servidores/as mais funcionais e previsíveis. Quem sustenta o atendimento na ponta precisa de reconhecimento estrutural.

Outras medidas convergentes
DRH simplificado — indenização automática quando não houver gozo da compensação
Certificado digital em nuvem — viabilizando peticionamento de massa e automação de rotinas jurídicas
Reformulação da triagem — triagem fora das comarcas com automação de procedimentos
Inscrição livre em atividades institucionais — sem restrição arbitrária de vagas
Pagamento adicional — para escalas de triagem e custódia que ultrapassem a média mensal

Oito convergências em programas construídos independentemente. Não é coincidência — é a voz da carreira. Com representantes comprometidos nas duas chapas, essas propostas têm caminho real no Conselho Superior.

4 Marcas Programáticas

O que a DPT propõe de original para a Defensoria

01
Projeto Defensoria Presente
Expansão inteligente pela distinção cargo/órgão. O CSDP cria, a carreira decide, ao menos 5 por unidade.
02
Novo DOL com Agentes de IA
Tecnologia a serviço da carreira. IA com validação humana e governança do Conselho.
03
Trabalho Integral, Remuneração Integral
1×1, 2×1, 30 dias, acervo, Juízo de Garantias, Núcleos, central de substituições.
04
Equipe Integral
Equipe mínima profissional por Defensor/a. Analista, oficial, agente, residente, centro multidisciplinar.
Compromisso com prazo

Primeiros 90 dias

Compromissos concretos para os primeiros três meses de gestão.

01Envio da proposta orçamentária ao CSDP para debate amplo
02Vedação do cartão corporativo pela Administração Superior
03Fluxos permanentes de diálogo entre DPG e CSDP
04Revisão do plantão da Administração com critérios abertos
05Reunião inaugural de Coordenadores/as
06Diagnóstico da Equipe Integral — déficit por unidade
07Planejamentos estratégicos setorizados em todos os órgãos
08Publicação dos critérios do Projeto Defensoria Presente
09Início do redesenho do DOL com consulta às unidades
10Cumprimento da Deliberação nº 441 do CSDP

Conheça a chapa para o Conselho Superior

Ricardo Viana de Sousa

Ricardo Viana de Sousa

Candidato ao Conselho pelo Nível I

  • Graduado em Direito pela UERJ
  • Especialista em Jurisprudência Penal e em Tribunal do Júri pela Faculdade CERS
  • Servidor do MP-RJ: assessor em Promotoria de Investigação Penal (2010-2016) e Coordenadoria de Segurança e Inteligência (2016-2023)
  • Servidor do TRF-2ª Região (2023-2025)
  • Defensor Público do Estado de São Paulo (Nível I), desde 2025. Titular na Unidade Bauru
  • Colaborador do Núcleo Especializado de Situação Carcerária — NESC
Érica Leoni Ebeling

Érica Leoni Ebeling

Candidata ao Conselho pelo Nível II

  • Graduada em Direito pela USP
  • Especialista em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global pela PUC-RS
  • Mestra em Gestão e Políticas Públicas pela FGV-EAESP
  • Defensora Pública do Estado do Maranhão (2016-2017)
  • Defensora Pública do Estado de São Paulo (Nível II), desde 2017. Lotada na 10ª Macrorregião
  • Diretora de Comunicação da APADEP (2020-2022)
  • Conselheira do Conselho Superior da DPESP, representante da Capital e RM (2022-2024)
  • Diretora Assistente da EDEPE (2024-atual)
Rafael Morais Português de Souza

Rafael Morais Português de Souza

Candidato ao Conselho pelo Nível IV

  • Graduado em Direito pela UEL
  • Defensor Público do Estado de São Paulo (Nível IV), desde 2007. Titular no Júri da Capital
  • Vice-Presidente da APADEP (2010-2012)
  • Presidente da APADEP (2012-2014)
  • 1º Subdefensor Público-Geral do Estado de São Paulo (2014-2016)
  • Diretor Jurídico da ANADEP (2014-2016)
  • Participou das mobilizações pela EC nº 80/2014
  • Conselheiro do Conselho Superior da DPESP, representante do Nível IV (2022-2024)
  • Coordenador do Núcleo de Segunda Instância e Tribunais Superiores — NSITS (2024-2026)
Leila Rocha Sponton

Leila Rocha Sponton

Candidata ao Conselho pelos Núcleos Especializados

  • Graduada em Direito pela USP
  • Especialista em Direitos Fundamentais pelo IBCCRIM/Universidade de Coimbra
  • Mestra em Direitos Humanos pela PUC-SP
  • Defensora Pública do Estado de São Paulo (Nível V), desde 2007. Titular na Unidade Família de Santo Amaro
  • Coordenadora Auxiliar do Núcleo Especializado da Infância e Juventude (2010-2014)
  • Assessora da Assessoria da Qualidade (2014-2016)
  • Diretora Assistente da EDEPE (2020-2024)
  • Professora da Pós-Graduação em Ciências Criminais da EDEPE
  • Examinadora do IX Concurso de Ingresso da DPESP
Erik Saddi Arnesen

Erik Saddi Arnesen

Candidato ao Conselho pela Capital e Região Metropolitana

  • Graduado em Direito pela USP
  • Mestre em Direito do Estado pela USP
  • Especialista em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIAP
  • Defensor Público do Estado de São Paulo (Nível IV), desde 2011. Titular na Unidade Família de Santo Amaro
  • Coordenador do Núcleo Especializado de Defesa da Diversidade e da Igualdade Racial (2016-2018)
  • Coordenador da CTI da DPESP (2020-2024)
  • Presidente da Comissão de Tecnologia do CONDEGE (2023-2024)
  • Membro do GT sobre IA no Poder Judiciário do CNJ (2024-2025)
  • Diretor Assistente da EDEPE (2024-atual)

A Chapa Completa

Candidatos/as à Defensoria Pública-Geral e ao Conselho Superior

Allan Ramalho Ferreira
Allan Ramalho Ferreira
Candidato a Defensor Público-Geral
Ricardo Viana de Sousa
Ricardo Viana de Sousa
Conselho Superior · Nível I
Érica Leoni Ebeling
Érica Leoni Ebeling
Conselho Superior · Nível II
Rafael Morais Português de Souza
Rafael Morais Português de Souza
Conselho Superior · Nível IV
Leila Rocha Sponton
Leila Rocha Sponton
Conselho Superior · Núcleos Especializados
Erik Saddi Arnesen
Erik Saddi Arnesen
Conselho Superior · Capital e Região Metropolitana
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Mais do que um conjunto de propostas, esta Carta-Programa expressa uma convicção: a de que as conquistas da Defensoria são conquistas coletivas e o seu futuro também deve ser. O que falta construir é maior do que o que já foi feito.
E não se constrói sem método, sem democracia e sem vocês.
Defensoria Para Todas e Todos · 2026–2028